Homem quase morre em fila para subir Everest

Fila não é nada agradável.  Tem até teoria! Isso mesmo. Diz-se que é um ramo da probabilidade que estuda a sua formação, através de análises matemáticas precisas e propriedades mensuráveis. Ela provê modelos para demonstrar previamente o comportamento de um sistema que ofereça serviços cuja demanda cresce. É possível até dimensioná-lo de forma a satisfazer os clientes e ser viável economicamente para o provedor do serviço, evitando desperdícios e gargalos. Entendeu? Estranho….Fica mais simples dizer que esperar na fila é complicado. Fila de carros, fila de ônibus, fila pro pão na padaria da praia em janeiro, no açougue pra comprar carne e as intermináveis filas de banco. Sem contar outras filas.
 
Já imaginou você ficar preso num engarrafamento, a céu aberto e numa temperatura de 30º abaixo de zero? Foi o que aconteceu com um professor de Educação Física argentino. Ao ser resgatado do Monte Everest Ricardo Birn, de 51 anos, disse: “Não se pode fazer fila com 30° abaixo de zero. É a morte.” Ele ficou preso num engarrafamento de alpinistas que, aproveitando o clima bom, fizeram fila para chegar ao topo do pico. Isso, diz Ricardo, foi o que quase o matou. No dia 22 de maio, a montanha mais alta do mundo foi notícia por um inédito “engarrafamento”. Não foi a altura. Não foi a neve. O Monte Evereste fica a 8.848 metros acima do nível do mar. Ricardo Bin está Internado num hospital do Nepal com pneumonia.  Ele disse que cuspiu sangue. Chegou a pensar até em prosseguir na subida mas teve que tomar a decisão de não continuar. Depois, já era diretamente descer para continuar vivendo”. Esta foi a segunda vez que ele tentou subir o Everest.

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