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	<title>Rádio Cultura de Santos Dumont &#187; Evandro Begati</title>
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	<description>AM 1580 KHz</description>
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		<title>Minas tem 21 estradas totalmente interditadas</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo após a estiagem, Minas Gerais ainda sofre os efeitos da chuva. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/MG), divulgados nesta segunda-feira, 21 estradas continuam totalmente interditadas. Pelo menos outras 23 rodovias estão com a pista parcialmente fechadas. Na manhã desta segunda-feira, a BR-040 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Mesmo após a estiagem, Minas Gerais ainda sofre os efeitos da chuva. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/MG), divulgados nesta segunda-feira, 21 estradas continuam totalmente interditadas. Pelo menos outras 23 rodovias estão com a pista parcialmente fechadas.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="" class="wp-caption aligncenter" style="width: 630px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img src="http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2012/01/16/272687/20120116181020148644e.jpg" alt="" width="620" height="309" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Na manhã desta segunda-feira, a BR-040 foi parcialmente interditada por causa de um afundamento de pista no km 698, em Barbacena.</dd>
</dl>
</div>
<p>Os motoristas ainda não conseguem passar pela BR-494, em Carmo da Mata, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, onde parte da pista se rompeu no km 76. Os veículos leves e pesados que saem de Divinópolis podem desviar pela MG-260 no Km 71,1 da BR-494 e seguir para BR-381. Já os motoristas que saem de Oliveira, podem pegar a BR-381 até o km 576,2, onde acessam a MG-260. Eles devem seguir em direção à BR-494.</p>
<p><span id="more-6283"></span></p>
<p>O transbordamento de um rio também interdita a BR-354, em Campo Belo, na Região Centro-Oeste do Estado. As águas do Rio São João invadiram a pista e internditaram a via. Um desvio foi montado na região. Os veículos podem passar pela BR-369 e BR 381 (Oliveira), ou BR-369 (Campo Belo e Boa esperança) e BR-265 até BR 381 em Nepomuceno.</p>
<p>De acordo com o Dnit, técnicos trabalham nos dois trechos para liberar as rodovias.</p>
<p><strong>Veja outras estradas que estão totalmente interditadas</strong>:</p>
<p>BR-352 – (vários trechos) – transbordamento do Rio Santo Inácio<br />
LMG-728 – km 29 – (Monjolos) – alagamento de pista<br />
LMG-615 – km 24 – (Patrocínio de Muriaé) &#8211; rompimento de bueiro<br />
LMG-730 – km 3 a 8 – (Pântano) – Atoleiro<br />
LMG-747 – (vários trechos) &#8211; atoleiro<br />
LMG-779 – km 18,5 – (Itabira) – Queda de barreira<br />
LMG-818 – km 6 – (Florestal) – problemas na ponte sobre o Ribeirão Camarões<br />
LMG-841 – km 10 – (Nazareno) – rompimento de bueiro<br />
LMG-842 – km 4,2 – (São Geraldo) – Rompimento de aterro<br />
MG-030 – km 108 – ( MG-443/Itabirito) – Rompimento de aterro e bueiro<br />
MG-117 – km 73,9 e 83 – (Baguari / Paulistas) – Queda de parte de ponte e de barreira<br />
MG-123 – km 12 – (Alvinópolis) – Queda de barreira<br />
MG-229 – km 10 – (Senhora do Porto) – Queda de barreira<br />
MG-280 – km 5 – (Paula Cândida/Divinésia) – Queda de barreira<br />
MG-280 – km 87 – (Alto Rio Doce / Dores do Turvo) – Queda de barreira<br />
MG-311 – km 102 – (limeira) – Rompimento de aterro e bueiro<br />
MG-353 – km 58 – (Juiz de Fora) – Abatimento de pista com erosão<br />
MG-326 – (Barra Longa / Ponte Nova) – Queda de barreira em vários kms<br />
MG-447 – kms 42 e 58 – (Guiricema / Miraí) – Deslizamento de talude<br />
MGC-120 – km 525 – (Vargem Linda) – Erosão no aterro atingindo toda a pista</p>
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		<title>Prefeitos da região da Zona da Mata recebem orientação para obter recursos</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 22:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Os prefeitos de cidades em situação de emergência na Zona da Mata, uma das regiões mais atingidas pela chuva, receberam, nesta segunda-feira (9), orientações para auxiliá-los nas ações de resposta e de reconstrução dos municípios. Das 104 cidades mineiras que decretaram situação de emergência, 40 estão localizadas na Zona da Mata. Guidoval, Zona da Mata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Os prefeitos de cidades em situação de emergência na Zona da Mata, uma das regiões mais atingidas pela chuva, receberam, nesta segunda-feira (9), orientações para auxiliá-los nas ações de resposta e de reconstrução dos municípios. Das 104 cidades mineiras que decretaram situação de emergência, 40 estão localizadas na Zona da Mata.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: center;">
<dl id="" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class=" " title="Guidoval, Zona da Mata Mineira, uma das cidades mais afetadas na região" src="http://www.jornalavoz.com.br/home/wp-content/uploads/2012/01/fotos-pm-61.jpg" alt="" width="567" height="425" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Guidoval, Zona da Mata Mineira, uma das cidades mais afetadas na região.</dd>
</dl>
</div>
<p>Cerca de 300 pessoas, incluindo 40 prefeitos e coordenadores municipais de defesa civil, participaram, nesta segunda-feira, na Câmara Municipal de Ubá, de reunião de trabalho organizada pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG). Técnicos do governo federal informaram como as prefeituras e pessoas físicas e jurídicas podem obter recursos para obras emergenciais e de reconstrução.</p>
<p><span id="more-6272"></span></p>
<p>O coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Luis Carlos Dias Martins, disse que a orientação do governador Antonio Anastasia é para que a Defesa Civil priorize o restabelecimento da normalidade nos municípios (água, luz, telefonia e estradas), além de prestar assistência humanitária aos desalojados e desabrigados.</p>
<p>“É muito importante integrar as ações para que a resposta seja dada de maneira eficiente nos municípios atingidos”, disse. O coordenador da Cedec lembrou que, segundo a meteorologia, o volume de chuva que atingiu a Zona da Mata nos primeiros dias do ano alcançou 70% do previsto para o mês de janeiro.</p>
<p>“Por isso devemos ficar alerta. É importante que as prefeituras estruturem suas Comdecs, passem a dotá-las de pessoas interessadas e busquem mapear as suas áreas de risco”, conclui. O prefeito de Ubá, Vadinho Baião, agradeceu o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para minimizar os danos causados pelas enchentes e inundações. “A população se sente amparada pelo trabalho desses militares, principalmente em Guidoval, onde a destruição foi maior”, afirmou.</p>
<p><strong>Cartão de Pagamento</strong></p>
<p>O analista de infraestrutura da Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, Ricardo Martins da Silva, orientou os prefeitos sobre a utilização do Cartão de Pagamento da Defesa Civil Nacional, distribuído às prefeituras para que possam normalizar a prestação dos serviços públicos essenciais. Segundo ele, os recursos só podem ser utilizados para obras emergenciais, como remoção de entulho e construção de aterros emergenciais. Para obter o cartão, a prefeitura deve ter um Comdec e CNPJ.</p>
<p>O médico David Oliveira de Souza, técnico do Força Nacional do SUS e representante do Ministério da Saúde, disse que o órgão está comprometido em financiar e equipar Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Além de prestar atendimento emergencial, com distribuição de medicamos, luvas e seringas, o Ministério da Saúde vai participar da reconstrução das cidades, garantiu Souza.</p>
<p>“Para que os recursos sejam disponibilizados com mais rapidez, vamos prestar assessoria técnica para a elaboração dos projetos de construção de novos postos de saúde, nas cidades que foram atingidas pela chuva. Em breve, vamos divulgar como esse processo será operacionalizado”, disse.</p>
<p><strong>Caixa</strong></p>
<p>O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Luiz Guilherme de Campos, apresentou aos prefeitos uma carteira de programas e projetos financiados pelo banco, que poderão atender os municípios que decretaram situação de emergência. Vítimas que tiverem recurso no FGTS poderão sacar até o valor máximo de R$ 5.400.</p>
<p>A Caixa autorizou também a inclusão de municípios com menos de 50 mil habitantes no programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de casas ou compra de materiais com subsídios. Famílias com renda de até três salários mínimos terão acesso aos benefícios. Já para os moradores das comunidades rurais, o subsídio será de até R$ 25 mil.</p>
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		<title>Novo Site Para Dispositivos Móveis</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 01:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rádio Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido ao considerável número de acessos ao site via smartphones, tablets e celulares, eles ganharam um site exclusivo da Rádio Cultura. Como fazer para acessar? Simples, acesse http://www.radioculturasd.com.br a partir de um dispositivo móvel e você será direcionado automaticamente para o conteúdo adaptado à telinha. Rádio Cultura de Santos Dumont, o conteúdo que você queria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Devido ao considerável número de acessos ao site via smartphones, tablets e celulares, eles ganharam um site exclusivo da Rádio Cultura.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://basecamphq.com/images/img-mobile.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Como fazer para acessar? Simples, acesse http://www.radioculturasd.com.br a partir de um dispositivo móvel e você será direcionado automaticamente para o conteúdo adaptado à telinha.</p>
<p>Rádio Cultura de Santos Dumont, o conteúdo que você queria, agora na palma da sua mão.</p>
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		<title>Cultura Acontece &#8211; 24/04/2010</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 20:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Sertanejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado, como de praxe,  tivemos a presença de mais um ilustre artista da nossa cidade de Santos Dumont. Nelson Santos faz apresentações solo com seu teclado, possui repertório próprio e de músicas famosas no meio sertanejo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Neste sábado, como de praxe,  tivemos a presença de mais um ilustre artista da nossa cidade de Santos Dumont.<br />
Nelson Santos faz apresentações solo com seu teclado, possui repertório próprio e de músicas famosas no meio sertanejo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/mwdwSEieBN8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/mwdwSEieBN8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;hd=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Cultura Acontece – 17/04/2010</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 20:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Acontece]]></category>
		<category><![CDATA[Isadora]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>

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		<description><![CDATA[No vídeo abaixo, a resenha da entrevista realizada com a artista de nossa cidade. Isadora, no dia 17 de Abril de 2010. A artista mirim é natural de nossa cidade, canta e toca em seu violão, músicas variadas do estilo MPB.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>No vídeo abaixo, a resenha da entrevista realizada com a artista de nossa cidade. Isadora, no dia 17 de Abril de 2010.</p>
<p>A artista mirim é natural de nossa cidade, canta e toca em seu violão, músicas variadas do estilo MPB.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/spptNKNaPKY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;hd=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/spptNKNaPKY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;hd=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Incêndio Destrói Barraco</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 04:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos Dumont/MG]]></category>

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		<description><![CDATA[Vizinhos e familiares do morador combateram o incêndio, causado pelo próprio dono do barraco, José Carlos dias ,44 anos, que estava em estado de choque no local. Um dos parentes relata que a abstinência ao alcool e possivel uso de drogas, foi o que levou o próprio morador a botar fogo no barraco e perder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Vizinhos e familiares do morador combateram o incêndio, causado pelo próprio dono do barraco, José Carlos dias ,44 anos, que estava em estado de choque no local.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://www.jornalpanoramaregional.com/img_not/Site%20incendio%20na%20av%20Presidente%20C%20Branco.jpg_normal.jpg" alt="" width="367" height="488" /></p>
<p>Um dos parentes relata que a abstinência ao alcool e possivel uso de drogas, foi o que levou o próprio morador a botar fogo no barraco e perder o pouco que tinha no incêndio. O que chamou nossa atenção foi a passagem de uma viatura do Corpo de Bombeiros de Juiz de Fora, sentido Avenida Presidente Castelo Branco, 817F.</p>
<p>O problema é que quando se liga 193 a ligação cai em Juiz de Fora, mas se ligar 199, você fala direto com os Bombeiros Voluntarios de Santos Dumont, o que agiliza o combate ao incêndio. Os danos poderiam ser maiores, mas graças a ação do vizinho Luiz Carlos e de parentes de José Carlos, os danos foram apenas materiais.</p>
<p>Fonte: Jornal Panorama Regional.</p>
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		<title>Barra de Ferramentas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 01:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero agradecer ao nosso ouvinte e leitor do site, Valter Barbosa, da nossa querida cidade de Santos Dumont, por criar uma barra de ferramentas da Rádio Cultura AM. Temos a vantagem de abrir o browser e ter a praticidade de acompanhar instantaneamente a programação da nossa rádio. Além de ter fácil acesso à serviços como, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p>Quero agradecer ao nosso ouvinte e leitor do site, Valter Barbosa, da nossa querida cidade de Santos Dumont, por criar uma barra de ferramentas da Rádio Cultura AM. Temos a vantagem de abrir o browser e ter a praticidade de acompanhar instantaneamente a programação da nossa rádio. Além de ter fácil acesso à serviços como, notícias em tempo real, busca, entre outros.</p>
<p>A barra de ferramentas é compatível tanto com o Internet Explorer, quanto o Mozilla Firefox.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://img704.imageshack.us/img704/6002/clipboard02xq.jpg" alt="" width="654" height="23" /></p>
<p>É totalmente seguro e livre de vírus. Para instalar, visite o link: <a href="http://culturaam.ourtoolbar.com/" target="_blank">http://culturaam.ourtoolbar.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>R&#225;dio Cultura 1580 AM, em breve uma nova programa&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 12:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rádio Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Aguarde em breve uma nova programação na Rádio Cultura. Músicas, Esportes e Informações da cidade de Santos Dumont e toda a região da Zona da Mata Mineira. CULTURA, UMA RÁDIO MINEIRA http://cultura.radiomineira.com]]></description>
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<p>CULTURA, UMA RÁDIO MINEIRA</p>
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		<title>ALBERTO SANTOS DUMONT Pioneiro da avia&#231;&#227;o, 1873-1932</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 19:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos Dumont/MG]]></category>

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		<description><![CDATA[1873: Na fazenda Cabangu, no município de Santos Dumont,&#160; Minas Gerais, em 20 de Julho, nasce Alberto Santos-Dumont, neto do joalheiro francês François Dumont que viera em meados do século para o Brasil. &#8211; 1891: Henrique Dumont, pai de Alberto, vai com a família para Paris. &#8211; 1897: Santos-Dumont encomenda a construção de um aeróstato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=21ce42acbcd1a2eba4e6ddd2cb12cb3f&amp;default=http://use.perl.org/images/pix.gif' alt='No Gravatar' width=40 height=40/><p><big><strong><img src="http://marjoriematos.files.wordpress.com/2009/05/santos-dumont.jpg" />1873: </strong>Na fazenda Cabangu, no município de Santos Dumont,&#160; Minas Gerais, em 20 de Julho, nasce Alberto Santos-Dumont, neto do joalheiro francês François Dumont que viera em meados do século para o Brasil. &#8211; <b>1891: </b>Henrique Dumont, pai de Alberto, vai com a família para Paris. &#8211; </big>    <br /><big><b>1897: </b>Santos-Dumont encomenda a construção de um aeróstato no qual, pela primeira vez, consegue elevar-se nos ares. &#8211; <b>1898: </b>Santos-Dumont faz dezenas de ascensões em balão. &#8211; <b>1899: </b>Alberto constrói o <i>Santos-Dumont n.º 4</i>.<b> &#8211; 1901: </b>Santos-Dumont contorna a Torre Eiffel, conquistando o prémio instituído para quem cometesse a proeza pela primeira vez. &#8211; <b>1904: </b>Publica o seu livro <i>Dans l&#8217;air</i>. &#8211; <b>1906: </b>Em 23 de Outubro, sobe no seu aeroplano <i>14-Bis</i>. &#8211; <b>1909: </b>Santos-Dumont atinge num aeroplano os 77 km por hora. &#8211; <b>1910:</b> Devido a doença, o aviador brasileiro dá a sua carreira de pioneiro da aviação como encerrada. &#8211; <b>1918: </b>Publica o livro <i>O Que Eu Vi e o Que Nós Vemos</i>. &#8211; <b>1932: </b>Morre na cidade de Guarujá.</big></p>
<h4 align="center"><b>URUBU VOA? HOMEM VOA?</b></h4>
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<p><b></b></p>
<p><b>&quot;O homem há-de voar&quot; grita o menino Alberto Santos-Dumont. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a <a href="http://www.vidaslusofonas.pt/idade_contemporanea.htm" target="_blank">Tábua Cronológica.</a></b></p>
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<p><big>Nas tardes quentes da fazenda do engenheiro Dumont, em Ribeirão Preto, São Paulo, os meninos brincam. Estamos no princípio dos anos oitenta do século XIX. Na Rússia, o czar Alexandre II. foi assassinado, sucedendo-lhe Alexandre III, e Dostoievski escreve <i>Os Irmãos Karamazov</i>. O reino da Sérvia é proclamado e a Itália junta-se à Alemanha e à Áustria na Tríplice Aliança. Wagner compõe o <i>Parsifal</i>, morrendo dois anos depois. Marx morre também. A linotipia é inventada. No Brasil, reina o imperador Pedro II, há ainda feridas e soam os ecos da vitória sobre o Paraguai na última das guerras <i>platinas</i>, os mações e os republicanos conspiram, a abolição da escravatura divide a sociedade brasileira. Já em 1871 a Lei do Ventre Livre viera libertar os filhos de escravos nascidos a partir desse ano. O caminho-de-ferro vai abrindo novas comunicações, as indústrias surgem pelo país, há conflitos entre o Estado e a Igreja. Tudo isto são coisas que interessam muito ao engenheiro Dumont e aos amigos que aos serões se reúnem na fazenda e discutem estes temas com ar grave, cofiando bigodes, alisando barbas, bebendo um cordial e fumando olorosos charutos. Os jornais de São Paulo todos os dias renovam ou reacendem os assuntos.</big></p>
<p><big>Porém, nenhum destes importantes acontecimentos preocupa os meninos que brincam na varanda da fazenda. Estão a jogar ao jogo das prendas. Um deles pergunta: &#8211; Voa o gato? Todos gritam: &#8211; Não! &#8211; Voa o urubu? Levantam os braços: Voa! Voa o carcará? &#8211; Voa! &#8211; Voa o homem? Todos menos um gritam: &#8211; Não! Alberto, um dos filhos do engenheiro, levanta os braços e grita: Voa! Risadas dos irmãos e dos outros meninos. Alberto tem de pagar uma prenda. Ri-se com os outros, mas teima: &#8211; Um dia, o homem há-de voar!</big></p>
<p><big>O seu mestre Júlio Verne diz-lhe que sim, que o homem voa. Sua irmã Virgínia ensinou-o a ler. Frequenta agora o Colégio, mas todos os tempos livres são passados a devorar as páginas de <i>Cinco Semanas em Balão</i>, de <i>Da Terra à Lua</i>, de <i>Vinte Mil Léguas Submarinas</i> ou da <i>Volta ao Mundo em Oitenta Dias</i>. Phileas Fogg ou o Capitão Nemo são personagens com quem convive no seu dia-a-dia. Nas páginas de Verne, o homem voa já, até mesmo para fora do planeta. Alberto sabe que não faltará muito para que nos céus da realidade o homem voe também. </big></p>
<p><big>Na fazenda, Alberto observa as máquinas. As lavadeiras, o descascador, o separador, o ensacador onde o café faz o seu percurso desde a plantação até aos sacos em que seguirá nos vagões do caminho-de-ferro. Vendo as pesadas locomotivas a vapor, conclui que nunca será com máquinas assim que o homem poderá voar. À mente do jovem sonhador acorrem as lendas de Dédalo, Ícaro e Ariel, a história de Olivier de Malmesbury, o monge inglês que, no século XI, construiu um par de asas e com elas se lançou do alto de uma torre, quebrando as pernas, os desenhos de Leonardo da Vinci sobre as estrutura das asas dos pássaros, os músculos que as movem, a função das penas, a tentativa de Bartolomeu de Gusmão que, em 1709, se eleva a 200 pés de altura nos céus de Lisboa, perante a pasmada corte de D. João V, na sua <i>Passarola</i>, ou a «máquina de andar pelos ares», como também lhe chamava, as experiências dos irmãos Montgolfier, a morte de Pilâtre de Rozier ao tentar atravessar a Mancha em balão&#8230; Uma das suas brincadeiras favoritas é a de lançar papagaios e de correr, segurando a corda, fazendo-os voar. Nas noites de São João, ele e outros meninos constróem balões de papel. Quando os soltam, fica a vê-los perder-se no céu escuro, uma pequena e luminosa mancha colorida, que o ar quente da mecha faz subir. Em 1888, ano em que a escravatura é abolida no Brasil, visita com a família São Paulo. Numa feira vê, deslumbrado, pela primeira vez um homem voar: um acrobata estrangeiro sobe num balão e lança-se depois em pára-quedas.</big></p>
<h4 align="center"><b>SUBITAMENTE, PARIS</b></h4>
<p align="center"><img alt="Pormenor do painel dedicado a Santos Dumont no Aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro." src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont5.jpg" width="252" height="368" /></p>
<p><big>1891. Ao percorrer a fazenda, o engenheiro Dumont dá uma terrível queda do cavalo. Fica com as pernas paralisadas. Vende a propriedade e volta a Paris, à cidade de seu pai e onde estudara e se formara na École Centrale des Arts et Métiers. Alberto vai fazer dezoito anos e Paris deslumbra-o. Com o pai vai visitar a Exposição do Palácio das Indústrias. É aí que, pela primeira vez, vê um motor de combustão interna. Irá dizer mais tarde: «Qual não foi o meu espanto quando vi pela primeira vez um motor a petróleo, da força de um cavalo, muito compacto e leve, em comparação aos que eu conhecia&#8230; funcionando! Parei diante dele, como que pregado pelo destino». Maravilhas como aquela andam já pelas ruas, dentro dos raros automóveis que circulam. Alberto compra um Peugeot. Regressa ao Brasil e o seu carro, percorrendo São Paulo, é um dos primeiros que chegam ao Brasil. Quando passeia nele, o fumo, o ruído desengonçado do motor, o cheiro do combustível queimado, as buzinadelas, causam sensação &#8211; tudo pára para ver passar o automóvel. Porém para o jovem Alberto o automóvel é mais do que uma frívola excentricidade de menino rico. Entende que naquele motor, bem mais leve que o das locomotivas a vapor, poderá estar a solução para o problema que lhe ocupa a mente: a criação de uma máquina que permita finalmente ao homem voar. Pede ao pai que o deixe regressar a França. O velho engenheiro não só anui, como resolve doar dois terços da sua fortuna aos filhos. Vai ainda mais longe: concede a emancipação jurídica a Alberto antes mesmo de ele completar os dezoito anos. Diz-lhe: «- Hoje dei-lhe a liberdade. Aqui está mais este capital. Tenho ainda alguns anos de vida: quero ver como você se porta». E faz-lhe as naturais recomendações de prudência, dando-lhe conselhos sobre a maneira de economizar a fortuna que agora recebe. Não vá ele em algumas horas gastar o rendimento que, bem governado, poderá permitir-lhe viver durante um ano.</big></p>
<p><big>Alberto promete ser prudente e poupado.</big></p>
<p><b></b></p>
<h4 align="center"><b>UMA DOENÇA CHAMADA <em>AERITE</em></b></h4>
<p><b></b></p>
<p><b></b><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="A &quot;Demoiselle de Issy&quot;" src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont6.jpg" width="228" height="261" /></p>
<p><big>Quando chega a Paris, com a ajuda dos primos franceses, procura um professor. Encontra-o na pessoa do Sr. Garcia, um «respeitável preceptor de origem espanhola que sabia tudo». Com ele, Alberto estuda durante diversos anos. Nos livros encontra o nome dos franceses que se ocupam de temas aeronáuticos. Recorrendo ao Anuário Bottin, vai-os localizando. Alguns desinteressaram-se da matéria e outros estão assustados com os custos das investigações ou com os perigos das ascensões. Um deles, porém, mantém-se em actividade e pede-lhe 1000 francos para o levar numa subida, com a condição de Dumont se responsabilizar pelos estragos que o balão provoque ao pousar em terra. É uma condição perigosa, pois Alberto sabe que o balonista derrubou já a chaminé de uma fábrica e, de outra vez, desceu em cima da casa de um camponês, incendiando-a quando o gás do balão entrou em contacto com a chaminé. Lembra-se das recomendações do pai sobre sobriedade e economia. Não faz a ascensão. Sente-se desanimado. </big></p>
<p><big>Nos anos seguintes estuda e viaja com frequência. Está atento às novidades e é no Rio de Janeiro que recebe um livro onde o engenheiro Lachambre descreve um balão por si construído. Alberto volta a Paris e procura Lachambre. Este mostra-lhe um pequeno balão que concebeu e pede-lhe 250 francos pela ascensão. Garante-lhe que não há perigo e que o aeronauta, um sobrinho seu, é cuidadoso, pois subiu dezenas de vezes e nunca provocou estragos. Alberto sente-se novamente encorajado. Marca a subida para o dia seguinte.</big></p>
<p><big>«Fiquei estupefacto diante do panorama de Paris visto de grande altura; nos arredores, campos cobertos de neve&#8230; Era Inverno.»&#8230;«Durante toda a viagem acompanhei a viagem do piloto; compreendia perfeitamente a razão de tudo quanto ele fazia. Pareceu-me que <i>nasci</i> mesmo para a aeronáutica. Tudo se me apresentava muito simples e muito fácil; não senti nem vertigem, nem medo.» «E tinha subido!». Como ele diz, sofre de <i>aerite</i>, «doença» que nunca mais o deixará.</big></p>
<p><big>Vai agora dividir o seu tempo entre subidas em balão (em 1898 sobe mais de trinta vezes) e as corridas de automóvel em que participa. Substituiu já o seu velho Peugeot por um potente De Dion, o mais rápido da altura: chega a dar a velocidade de 30 km à hora. Encomenda um balão a Lechambre inteiramente desenhado por si: seis metros de diâmetro, invólucro em seda envernizada, capacidade para 113 metros cúbicos de gás, com 14 quilos de peso. A rede que nos balões convencionais chega a pesar 50 quilos, pesa neste menos de dois; a barquinha que, normalmente, pesa 20 quilos, pesa seis&#8230; É tão pequeno que cabe numa mala de viagem. Por aqui se vê que se trata de um balão revolucionário. Dumont baptiza-o: <i>Brasil</i>.</big></p>
<h4 align="center"><b>O <em>BRASIL</em> NOS CÉUS DE PARIS</b></h4>
<p><b></b></p>
<p><b></b></p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Pormenor do painel dedicado a Santos Dumont no Aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro." src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont4.jpg" width="254" height="380" /></p>
<p><big>Em 4 de Julho de 1898 o balãozinho eleva-se nos ares e, passados alguns meses, atravessa Paris, leve e transparente como uma bola de sabão. Os parisienses assistem surpreendidos e maravilhados ao espectáculo. Santos-Dumont torna-se famoso, tema de todas as conversas. Aquele brasileiro pequeno e franzino, com o seu chapeirão desabado, voa sobre o céu de Paris. O seu chapéu, a sua maneira de vestir, transformam-se em moda e os prémios que ele institui atraem multidões.</big></p>
<p><big>É agora altura de passar à fase seguinte: vai combinar um balão com um motor de explosão. Nasce assim o <i>Santos-Dumont n.º 1</i>. Em Setembro de 1898 leva o seu balão para o Jardin de l&#8217;Acclimatation. O balão eleva-se, mas vai colidir com as árvores do jardim. O inventor não desanima e dias depois tenta novamente. Desta vez, o balão sobe e tudo corre bem, menos a descida: o invólucro está em perigo de ser destruído. A «guide rope» roça já o solo e lembrando-se das brincadeiras com os amigos em Ribeirão Preto, Alberto grita para uns meninos que assistem para que puxem a corda como se quisessem fazer erguer um papagaio. O balão evita no último momento as árvores e vem pousar suavemente. Em 1900, subindo numa praça de Nice, apercebe-se de que as correntes aéreas o estão a arrastar na direcção do mar; solta lastro, tentando ganhar altura e apanhar outra corrente, e larga gás do invólucro para descer. Porém, o balão perde volume, mas não desce, pois tinha ido parar ao centro de uma forte corrente ascendente. Sobe a mais de 3000 metros e a corrente dissipa-se, mas entra numa área de tempestade. As árvores parecem correr vertiginosamente e a barquinha bate nos ramos. Por fim, a corda prende-se numa árvore e o balão cai. Projectado para o solo, Alberto desmaia. Outra vez ainda, no norte de França, sobe ao entardecer e depressa se vê perdido no meio de uma tempestade. A noite caiu já e a escuridão só é interrompida pelos relâmpagos. Se algum deles atinge o balão é o fim. Navega toda a noite na escuridão, transportado a grande velocidade pela força do vento. De madrugada, a tempestade amaina e ele pode pousar. Está na Bélgica. </big></p>
<h4 align="center"><b>FINALMENTE, O SUCESSO</b></h4>
<p><big></big></p>
<p><big>As aventuras e desventuras do «brasileiro voador» tornam-no numa figura conhecida de Paris. Mas ele não se deixa embriagar pelo sucesso, e vai aperfeiçoando as suas máquinas. O <i>Santos-Dumont n.º 2<b> </b></i>é maior, tem a forma de um charuto e dispõe de um ventilador de alumínio que mantém inalterável a forma do invólucro. Acaba destruído por ter chocado contra árvores. O <i>n.º 3</i> tem uma forma cilíndrica e nele o hidrogénio é substituído por gás de iluminação. É com ele que Santos-Dumont realiza aquela que iria descrever como a sua «mais feliz ascensão». Partindo de Vaugirard rumo ao Campo de Marte consegue um controlo absoluto da aeronave, subindo, descendo, descrevendo curvas&#8230; Sente que a vitória está próxima. O <i>Santos-Dumont n.º 4</i> nasce em Saint-Cloud, no hangar e oficina que Alberto ali construíra. Tem um selim e um guiador de bicicleta. O inventor faz nele diversas ascensões em 1900.</big></p>
<p><big></big></p>
<p><b></b></p>
<h4 align="center"><b>UM GRANDE DESAFIO</b></h4>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Santos-Dumont contorna a Torre Eiffel, conquistando o prémio instituído para quem cometesse a proeza pela primeira vez." src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont2.jpg" width="191" height="268" /></p>
<p>&#160;</p>
<p><big></big></p>
<p><big>Entretanto, constituíra-se um Aeroclube em Paris e, numa das suas reuniões, o Sr. Deutsch de la Meurthe, institui um prémio de 100 000 francos a quem for capaz de, dentro dos cinco anos seguintes, partir de Saint-Cloud, dar uma volta completa à Torre Eiffell e voltar ao ponto de partida em menos de 30 minutos. A todos parece impossível tal façanha. A todos não. A quase todos: Santos-Dumont considera a partir de então um ponto de honra ganhar aquele prémio. Porém, os contratempos sucedem-se. Alberto constrói o <i>n.º 4</i>, mas este esmaga-se contra as árvores. Outro acidente destrói o <i>n.º 5</i>. Mas Alberto não desanima e começa a construir o <i>n.º 6</i>. E, a 12 de Outubro de 1901 sobe no <i>n.º 6</i>, dá uma volta completa à Torre Eiffel e regressa a Saint-Cloud. Demorou 31 minutos, mais um do que o regulamento do prémio estabelece como limite. Ovações da multidão e hesitações do júri. Finalmente, o prémio é-lhe entregue pois, embora ainda no ar, atravessou a linha de chegada dentro do tempo. Santos-Dumont reparte o valor do prémio com técnicos e auxiliares e o que resta é distribuído por operários desempregados.</big></p>
<p><big>O êxito internacional chega por fim. É homenageado em Londres num banquete do Royal Aero Club. O príncipe do Mónaco convida-o a construir um hangar e uma oficina no principado. Eugénia de Montijo, a viúva de Napoleão III visita-o. O governo francês contrata-o para construir o primeiro aeródromo do mundo em Neuillly. O inventor concebe o <i>Santos-Dumont n.º 7</i> e, a seguir, o <i>n.º 9 </i>(detesta o número oito e, por isso, salta-o). O <i>n.º 9</i>, a <i>Balladeuse</i>, fica famoso. É o meio de transporte pessoal de Santos-Dumont &#8211; nele, desloca-se em Paris, visita amigos, vai a almoços e a reuniões&#8230; Torna-se familiar nos céus de Paris. Uma vez, os parisienses vêem, preocupados, a aeronave perder altura. Será que vai estatelar-se? Não. Pousa suavemente na rua. Alberto sai, impecavelmente vestido, entra num bar e pede um café. E os modelos sucedem-se, cada vez mais perfeitos. Em 1905 nasce o <i>n.º 14</i>. E, logo após, o célebre <i>14-Bis</i>. O <i>14-Bis</i> é já um aeroplano, dotado de um motor a gasolina. A princípio eleva-se rebocado pelo <i>n.º 14</i> e daí o seu nome. Depois, Dumont atrela-o a um burro que, fustigado, corre pela pista, até que o aeroplano sobe. Mais uma vez, recorre à sua experiência infantil dos papagaios de papel. Em 1906, ainda no <i>14-Bis</i>, ganha os prémios do Aeroclube e Archdeacon. É considerado o pai da aviação, embora outros, tais como os americanos irmãos Wright, reivindiquem também essa glória.</big></p>
<p><big>A fase dos balões passou. Agora já só constrói aviões. Depois do pioneiro <i>14-Bis</i>, o <i>Demoiselle</i>, leve e elegante, encanta os parisienses com as suas acrobacias e atinge a «inconcebível» velocidade 77 km horários. O exemplo de Santos-Dumont frutifica: em 1909, Blériot atravessa o canal da mancha. Em todos os países civilizados se constróem fábricas, hangares pistas. Estabelecem-se linhas postais e de passageiros. E os militares não dormem&#8230;</big></p>
<p><b></b></p>
<h4 align="center"><b>A MORTE PASSA A TER ASAS</b></h4>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Casa de Santos Dumont em Petrópolis (Brasil)." src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont7.gif" width="238" height="284" /></p>
<p><big>Quando, em 1914, se desencadeia a Primeira Grande Guerra uma nova panóplia de armas vai surgindo: submarinos, gases tóxicos, carros blindados, balas explosivas e aviões. As potências deitam mão de todos os meios de destruição que têm ao alcance das mentes perversas dos dirigentes políticos e militares. Invenções concebidas para fins pacíficos, são convertidas em máquinas de morte. Quando a guerra acaba, há dez milhões de soldados mortos, cidades destruídas, milhões de civis mortos ou sem lar. </big></p>
<p><big>Entretanto, Santos-Dumont, devido a doença, é obrigado, desde 1910, a abdicar dos seus voos sem, no entanto, se desligar da aviação. Assiste horrorizado à transformação do seu invento em mais um recurso do Apocalipse. Lança um apelo às potências beligerantes para que seja proibido o armamento aéreo. Sem qualquer resultado. Sempre que tem conhecimento de um bombardeamento aéreo, de um combate entre aviões ou mesmo de um acidente, cai em depressão profunda. A sua ideia não era esta&#8230; </big></p>
<p><big>Compra então um terreno em Petrópolis, perto do Rio, e aí constrói uma casa provida de diversas comodidades que antecipam alguns dos electrodomésticos actuais. Chama-lhe <i>Encantada</i>. Aí escreve um livro, <i>O Que Eu Vi, o Que Nós Veremos</i>. Procura dar uma ajuda ao governo brasileiro, dando conselhos sobre a construção de aeroportos, a formação de pilotos e a construção de aviões. </big></p>
<p><big>Em 1922 volta a Paris. É convidado para presidir ao banquete de homenagem a Charles Lindbergh que atravessou o Atlântico Norte, mas a doença impede-o. Em 1928 volta de novo ao Brasil. Continuam as homenagens: a Legião de Honra francesa, um lugar na Academia Brasileira de Letras (que não ocupa). Indiferente a tudo, Santos-Dumont ignora honrarias e nem sequer regista as patentes das suas múltiplas invenções. A depressão ataca-o cada vez mais. Sente-se responsável por todos os acidentes aéreos, pelo aproveitamento militar do seu esforço científico, por tudo o que de mau a aviação significa. Com menos de sessenta anos é um velho doente e taciturno.</big></p>
<p align="center"><big><big><b>O ÚLTIMO PAPAGAIO</b></big></big></p>
<p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" alt="Santos Dumont" src="http://www.vidaslusofonas.pt/dumont3.jpg" width="199" height="280" /></p>
<p><big>Desde 1930, seguindo o exemplo da Europa, onde na Alemanha, em Itália, em Portugal, regimes de extrema direita vão tomando o poder, o Brasil é também governado por uma ditadura, o chamado «Estado Novo» de Getúlio Vargas. Em 1931, Santos-Dumont, cada vez mais doente física e psiquicamente, regressa de França e instala-se próximo de São Paulo, rodeado de cuidados pelos familiares. Parece melhorar, faz pequenos passeios, frequenta a Hípica Paulista e o Clube Atlético Paulistano, visita a redacção de <i>O Estado Paulista</i>.</big></p>
<p><big>Em 9 de Julho, desencadeia-se um movimento constitucionalista em São Paulo. Diversas forças políticas procuram restabelecer a normalidade democrática sufocada pela ditadura getulista. Santos-Dumont entusiasma-se. Está na praia do Guarujá a convalescer. Redige um manifesto aos mineiros incitando-os a porem-se ao lado dos paulistas. Mas o governo de Getúlio Vargas vai reprimir brutalmente o movimento. Na manhã de 23 Alberto veio até à praia e ajuda um menino a elevar o seu colorido papagaio de papel. Corrigido o peso da cauda, endireitada uma cana da estrutura, o papagaio sobe orgulhoso nos ares. O menino exulta e bate palmas. Dumont sorri ternamente e olha os céus. Nessa altura ouve-se um ruído crescente e na linha de horizonte cresce uma esquadrilha aérea. São aviões federais que vão bombardear um cruzador paulista ancorado em Santos. Brasileiros matam brasileiros servindo-se de uma máquina que ele inventou e foi aperfeiçoando, passo a passo, com tanto amor e ilusão&#8230;</big></p>
<p><big>Vai para casa e suicida-se nessa noite.</big></p>
<p><big>Fonte: <a href="http://www.vidaslusofonas.pt/index.htm" target="_blank">Vidas Lusófonas</a></big></p>
]]></content:encoded>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 10:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Begati</dc:creator>
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