Santos Dumont recebe palestras e oficinas de projeto premiado pela ONU

A 2ª Mostra de Teatro Acessível traz a Santos Dumont, Barbacena e Congonhas de 25 a 27 de abril, palestras e oficinas gratuitas e com acessibilidade. Realizada pela ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão o projeto é premiado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O destaque vai para as palestras da jornalista e escritora Claudia Werneck, uma das principais referências internacionais no tema da inclusão e direitos de pessoas com deficiência e única escritora no Brasil a ter livros recomendados simultaneamente pela Unesco e Unicef.

Barbacena
Na terça-feira(25), em Barbacena, acontece a palestra sobre cultura, educação e acessibilidade da escritora Claudia Werneck às 16h30, no Teatro da Escola Estadual Professor Soares Ferreira.

Santos Dumont
Na quarta (26), as atividades acontecem em Santos Dumont, com a oficina de teatro acessível, às 9h, no Educandário Santa Terezinha. No mesmo dia, Claudia palestra às 18h, no auditório da Fundação Educacional São José.

Congonhas
E a terceira e última cidade a receber a Mostra será Congonhas, que vai contar com uma oficina de teatro acessível, na quinta-feira (27), às 13h30, no auditório da Escola Municipal Engenheiro Oscar Weinschenck.

O livro “Um amigo diferente?”, que traz a oportunidade de conversar de maneira lúdica com as crianças sobre deficiência, será distribuído gratuitamente para todos que participarem das atividades. As palestras tem entrada livre e gratuita.

As oficinas de teatro acessível serão ministradas por atores e atrizes do grupo “Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade”. A metodologia, criada pela Escola de Gente, utiliza jogos teatrais para promover a reflexão sobre inclusão, acessibilidade e direitos de pessoas com deficiência. Em 2015, o grupo foi reconhecido no escritório das Nações Unidas em Viena, na Áustria, como uma das mais inovadoras experiências em direitos de pessoas com deficiência do mundo. Todas as atividades – tanto palestras quanto oficinas – têm total acessibilidade. Ou seja, garantem a participação de pessoas com e sem deficiência porque contam com recursos como intérprete da língua de sinais brasileira (Libras), fones para audiodescrição e material de divulgação em formatos acessíveis (braile, letra ampliada e meios digitais).

Os interessados podem se inscrever na Secretaria de Educação de cada uma das cidades.

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