Hoário de verão termina sem grande economia

Acaba à meia-noite deste domingo a 47ª edição do horário de verão. Os relógios deverão ser atrasados em uma hora no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Essa edição do horário de verão estendeu-se de 15 de outubro do ano passado até este fim de semana, durando 126 dias, porém o próximo será mais curto. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) solicitou ao presidente da República, Michel Temer, que em 2018 o horário de verão comece após o segundo turno das eleições.

Tradicionalmente, os relógios eram adiantados no mês de outubro e agora o governo determinou que a medida valerá a partir do primeiro domingo de novembro até o terceiro domingo de fevereiro.

No ano passado, o governo chegou a estudar o fim do horário de verão, com o argumento de que as economias geradas seriam menores que os transtornos. Como a discussão ocorreu próxima ao início da vigência, ela foi suspensa, pois não haveria tempo de consultar a população.

O horário de verão foi instituído pela primeira vez em 1931 e, depois, sem regularidade, voltou a ser usado em outros anos. Passou a valer em caráter permanente em 2008, sendo adotado entre o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro do ano posterior.

O objetivo da medida é distribuir melhor o consumo de energia, reduzindo custos operacionais. Isso ocorre em razão da maior incidência de luz natural no período. Com mais tempo de claridade, o acionamento de iluminação elétrica e também de outros aparelhos, como chuveiros, é postergado, diminuindo o pico de demanda no sistema elétrico do país.

Polêmicas à parte, o Horário de Verão de 2018 termina com pouca economia, reportagem de Janaína Oliveira

 

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